"Havia pastores que estavam nos campos prĂłximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glĂłria do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados." (Lucas 2:8-9)
Quando o Filho de Deus nasceu em uma manjedoura em BelĂ©m, um grupo improvĂĄvel foi o primeiro a ouvir a notĂcia. Se dependesse de mim, eu teria escolhido enviar um anjo para a corte de CĂ©sar Augusto. "VocĂȘ se considera o salvador do mundo, CĂ©sar? Bem, veja isso. O verdadeiro Salvador do mundo nasceu!"
Ou, o anjo poderia ter aparecido ao sumo sacerdote, aos escribas e estudiosos e anunciado a notĂcia de que o Salvador havia nascido.
Em vez disso, Deus escolheu entregar a Sua mensagem aos pastores que "estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos" (Lucas 2:8). Ser pastor naquela cultura era estar em uma posição inferior. Os pastores eram desprezados - tanto que o testemunho de um pastor não era permitido em um tribunal.
Os pastores basicamente faziam o trabalho que ninguĂ©m mais queria fazer. Eles tinham sujeira embaixo das unhas e trabalhavam duro. E provavelmente se identificaram com as circunstĂąncias humildes nas quais Jesus nasceu. Como se Deus estivesse falando a lĂngua deles.
Este se tornou o "modus operandi" de Cristo em todo o Seu ministĂ©rio. Ele sempre foi aos rejeitados, aos feridos e Ă s pessoas comuns. Ele foi a pessoas como a mulher do poço que havia sido marginalizada por causa de seus mĂșltiplos casamentos e divĂłrcios, ou como o coletor de impostos Zaqueu, que foi tido por seus companheiros judeus como traidor. Nosso Senhor sempre teve tempo para pessoas assim. Ele foi descrito como o amigo dos pecadores.
Do mesmo modo, aqueles pastores humildes e desprezados foram visitados pelo Senhor.
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