ESCLEROSE MÚLTIPLA

quarta-feira, 8 de abril de 2026

📖 Palavra para meditação

 "Havia pastores que estavam nos campos prĂłximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glĂłria do Senhor resplandeceu ao redor deles; e ficaram aterrorizados." (Lucas 2:8-9)


Quando o Filho de Deus nasceu em uma manjedoura em BelĂ©m, um grupo improvĂĄvel foi o primeiro a ouvir a notĂ­cia. Se dependesse de mim, eu teria escolhido enviar um anjo para a corte de CĂ©sar Augusto. "VocĂȘ se considera o salvador do mundo, CĂ©sar? Bem, veja isso. O verdadeiro Salvador do mundo nasceu!"

Ou, o anjo poderia ter aparecido ao sumo sacerdote, aos escribas e estudiosos e anunciado a notĂ­cia de que o Salvador havia nascido.

Em vez disso, Deus escolheu entregar a Sua mensagem aos pastores que "estavam nos campos próximos e durante a noite tomavam conta dos seus rebanhos" (Lucas 2:8). Ser pastor naquela cultura era estar em uma posição inferior. Os pastores eram desprezados - tanto que o testemunho de um pastor não era permitido em um tribunal.

Os pastores basicamente faziam o trabalho que ninguém mais queria fazer. Eles tinham sujeira embaixo das unhas e trabalhavam duro. E provavelmente se identificaram com as circunstùncias humildes nas quais Jesus nasceu. Como se Deus estivesse falando a língua deles.

Este se tornou o "modus operandi" de Cristo em todo o Seu ministĂ©rio. Ele sempre foi aos rejeitados, aos feridos e Ă s pessoas comuns. Ele foi a pessoas como a mulher do poço que havia sido marginalizada por causa de seus mĂșltiplos casamentos e divĂłrcios, ou como o coletor de impostos Zaqueu, que foi tido por seus companheiros judeus como traidor. Nosso Senhor sempre teve tempo para pessoas assim. Ele foi descrito como o amigo dos pecadores.

Do mesmo modo, aqueles pastores humildes e desprezados foram visitados pelo Senhor.

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