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O BLOG "VEM" VIVER ESCLEROSE MÚLTIPLA, FOI CRIADO COM A FINALIDADE DE AJUDAR, INFORMAR E CONHECER AMIGOS COM ESCLEROSE MÚLTIPLA E VIVER ESCLEROSE MÚLTIPLA NA PRÁTICA, SEM MEDO E SEM PRECONCEITO, POIS, MAIOR QUE QUALQUER DEFICIÊNCIA OU DOENÇA, É QUALQUER TIPO DE PRECONCEITO, SOMOS IGUAIS, PORTAMOS APENAS PEQUENAS DIFERENÇAS. DESCOBRIR QUE TEM ESCLEROSE MÚLTIPLA, NUNCA SERÁ O FIM E SIM O INÍCIO DE UMA NOVA VIDA.
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sábado, 3 de outubro de 2026
📖 palavra para reflexão 🙏
A beleza da vida simples
Você já percebeu como as coisas complexas podem nos envolver e nos colocar em uma rotina de problemas e preocupações que parece não ter fim? Criamos facilidades para tornar a vida mais prática, mas, muitas vezes, acabamos vivendo de maneira ainda mais acelerada. Temos automóveis para facilitar a mobilidade, mas enfrentamos o estresse do trânsito; dispositivos que nos conectam com o mundo inteiro, mas também podem nos deixar presos a uma quantidade interminável de informações.
Quando paramos por um momento e nos afastamos desse excesso, percebemos que algumas das coisas que mais nos fazem bem são também as mais simples: uma boa conversa com amigos, uma refeição caseira, uma caminhada, um café da manhã sem pressa ou algumas páginas de um bom livro.
Nossa vida também precisa de espaço para o descanso, para a família, para os relacionamentos e, acima de tudo, para Deus. Em uma rotina que nos cobra produtividade o tempo inteiro, parar não significa necessariamente perder tempo. Às vezes, significa recuperar a perspectiva sobre aquilo que realmente importa.
A Bíblia nos ensina a viver com contentamento, reconhecendo que a nossa vida não depende da quantidade de coisas que possuímos (1 Timóteo 6:6-8; Lucas 12:15). Jesus também nos chama a ir até ele quando estamos cansados e sobrecarregados, prometendo descanso para a nossa alma (Mateus 11:28-30).
Os problemas não desaparecem quando escolhemos uma vida mais simples. As lutas continuam existindo, e nem todos os dias serão tranquilos. Mas podemos aprender a não transformar cada dia em uma corrida. Podemos desacelerar, valorizar as pessoas que Deus colocou ao nosso lado, agradecer pelo que temos e encontrar tempo para aquilo que realmente importa.
Reserve espaço para as coisas simples. Descanse. Esteja presente. Cuide dos seus relacionamentos. E, em meio a tudo isso, não deixe Deus de lado. Talvez uma vida mais simples não resolva todos os seus problemas, mas pode ajudá-lo a enxergar com mais clareza aquilo que realmente tem valor
Eis dois recursos que as pessoas usam há muito tempo: seja para se enfeitar para uma festa, fazer uma brincadeira ou realçar a aparência, seja para esconder a verdadeira identidade, fingir ser o que não são ou até praticar atos ilícitos.
Um palhaço que pinta o rosto para divertir as crianças, um folião que usa uma máscara para se divertir em um baile ou alguém que se maquia para realçar a própria beleza. Em si mesmas, máscaras e maquiagens não têm nada de errado. O problema surge quando passamos a usá-las para esconder uma vida que não queremos encarar. E, quando nos acostumamos tanto com aquilo que mostramos aos outros, podemos chegar ao ponto de não querer mais revelar quem realmente somos.
Podemos esconder muitas coisas das pessoas, mas não de Deus. As Escrituras nos lembram que “o homem vê o que está diante dos olhos, porém o SENHOR olha para o coração” (1 Samuel 16:7). Diante dele, não precisamos sustentar uma aparência que não corresponde à realidade.
A vida é real, com seus desafios, alegrias, perdas e recomeços. Viver escondido atrás de uma aparência pode até evitar alguns confrontos por um tempo, mas não produz transformação. Deus nos chama para andar na verdade, reconhecer nossas fraquezas e permitir que ele transforme aquilo que precisa ser transformado.
As adversidades também podem revelar aquilo que existe dentro de nós. Elas não são necessariamente enviadas por Deus como instrumentos de sofrimento, mas podem se tornar ocasiões em que nossa fé é provada e nossa perseverança amadurece (Tiago 1:2-4). Em Cristo, não precisamos fingir que somos fortes o tempo todo. Podemos nos apresentar diante de Deus com sinceridade e depender da graça dele.
A cada novo dia, temos a oportunidade de abandonar aquilo que escondemos, crescer e viver de maneira mais coerente com aquilo que Deus deseja para nós. Não precisamos construir uma imagem para conquistar o olhar de Deus. Ele já conhece o nosso coração e, ainda assim, nos chama para perto.
Mostre-se diante de Deus como você realmente é. Deixe cair aquilo que precisa ser deixado para trás e permita que Cristo transforme sua vida. Não viva para sustentar uma aparência. Viva na verdade.
Deus lhe abençoe!
” — “aproveita o dia e confia o mínimo possível no amanhã” — é uma frase do poeta romano Horácio, escrita em suas Odes. Guardadas as devidas proporções, ela pode nos levar a uma reflexão importante sobre a ansiedade que muitas vezes sentimos diante do futuro. É comum que as preocupações com o amanhã sejam tantas que acabemos vivendo o hoje com angústia, medo e pessimismo.
É natural pensar no futuro. Temos compromissos, responsabilidades e decisões que exigem planejamento. A própria Bíblia nos ensina a agir com prudência e responsabilidade. O problema começa quando a preocupação com aquilo que ainda não aconteceu ocupa tanto espaço que nos impede de viver o presente.
Jesus nos ensinou: “Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo” (Mateus 6:34). Ele não está ensinando que devemos ignorar o futuro ou deixar de nos preparar para ele. Está nos ensinando a não carregar hoje o peso de problemas que ainda não chegaram.
Quando permitimos que a ansiedade pelo amanhã roube o nosso presente, entramos em um ciclo difícil: gastamos as forças de hoje tentando resolver aquilo que ainda não podemos resolver e, quando o amanhã chega, encontramos novas preocupações para enfrentar.
Viver é uma dádiva de Deus. O dia de hoje não precisa ser perfeito para ser recebido com gratidão. Há coisas que só podemos perceber quando paramos de olhar constantemente para o que ainda não aconteceu: uma conversa, um abraço, uma oportunidade, um aprendizado, uma resposta de oração ou simplesmente a alegria de estar aqui.
O futuro continuará chegando, mas não precisamos vivê-lo antes da hora. Podemos planejar, trabalhar e fazer a nossa parte, enquanto confiamos em Deus para aquilo que está além do nosso controle. Como Paulo ensinou, em vez de sermos dominados pela ansiedade, podemos apresentar nossas preocupações a Deus em oração, confiando que a paz dele guardará o nosso coração e a nossa mente em Cristo Jesus (Filipenses 4:6-7).
Então, colha o dia de hoje com gratidão. Faça o que está ao seu alcance, entregue a Deus aquilo que você não pode controlar e permita que o amanhã chegue no seu próprio tempo.
✨ 4 pilares essenciais do autocuidado que muitas vezes ignoramos
Nem sempre é cansaço. Às vezes é falta de autocuidado.E o corpo percebe… mesmo quando tenta ignorar.Cuidar de si não é um luxo.É uma base silenciosa que sustenta tudo o resto.
🔹 Físico: Dormir melhor, mexer o corpo, alimentar-se com equilíbrio.Pequenos gestos diários que fazem diferença real na energia.
🔹 Emocional: Gerir o stress, aceitar o que sente, não exigir perfeição.Equilíbrio começa dentro, não fora.
🔹 Social: Conversar, sentir-se ouvido, manter relações saudáveis.Não estamos feitos para lidar com tudo sozinhos.
🔹 Espiritual: Parar, respirar, estar presente.Às vezes, o que falta não é tempo… é silêncio.
🙏*Reflexão do dia!✨💗*
Existem momentos em que a maior demonstração de amor-próprio é reconhecer que já foi o suficiente. Nem tudo precisa ser suportado, e nem toda situação merece a nossa permanência.
Paciência é uma virtude, mas ela não deve ser confundida com aceitar o que nos machuca, nos desgasta ou nos impede de viver em paz. Colocar limites também é um ato de coragem.
A vida foi feita para ser vivida com leveza, propósito e tranquilidade, não apenas para sobreviver aos dias. Escolha aquilo que protege a sua paz, porque ela vale muito mais do que qualquer insistência. 🙏🏼
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
🙏Reflexão honesta
SUA PRIMEIRA TAREFA
Reflexão honesta
1- Que tipo de pessoa você tem sido nos últimos meses?
2- Como você tem reagido aos conflitos?
3- Como você tem tratado as pessoas que discordam de você?
4- Você tem sido mais uma fonte de paz ou de conflito nos seus relacionamentos?
5- O que você precisa mudar para se tornar uma pessoa mais sábia?
ONDE O SEU CORPO ARMAZENA AS EMOÇÕES
1. QUADRIL:
Luto não processado e sentimentos reprimidos
2. OMBROS:
Peso da responsabilidade e do estresse
3. LOMBAR:
Medo da instabilidade ou da incerteza
4. MANDÍBULA:
Raiva reprimida e palavras não ditas
5. PEITO:
Mágoa e tristeza não expressadas
6. PESCOÇO:
Verdade suprimida e conflito interno
7. ESTÔMAGO:
Ansiedade e trauma emocional
8. MÃOS:
Dificuldade de controle
9. JOELHOS:
Resistência à mudança e ao avanço
✨ 4 pilares essenciais do autocuidado que muitas vezes ignoramos
Nem sempre é cansaço. Às vezes é falta de autocuidado.E o corpo percebe… mesmo quando tenta ignorar.Cuidar de si não é um luxo.É uma base silenciosa que sustenta tudo o resto.
Deus te abençoe 🙏
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
Reflexão
*Você já tentou parar de se preocupar e simplesmente não conseguiu?*
Não é falta de força de vontade. Não é falta de fé. É que a cabeça ansiosa não desliga por decreto. hoje, a gente responde cinco dúvidas que quem vive com ansiedade nunca consegue fazer em voz alta:
✅ Sentir ansiedade significa que não tenho fé?
✅ O que fazer quando guardo tudo sozinho e não aguento mais?
✅ Existe um limite de tempo para gerenciar os problemas?
✅ Como transferir de verdade o peso que estou carregando?
✅ O que garante que não serei desamparado se parar de controlar tudo?
A Bíblia tem respostas muito mais concretas sobre isso do que a maioria imagina. 👇
🎥 https://youtu.be/SsQQE2U_BFc
Tem noites em que o futuro parece uma pergunta sem resposta. Você pensa no que precisa acontecer, nas escolhas que ainda terá de fazer, no que pode dar certo, e no que pode sair diferente do esperado.
Mas Deus não conhece apenas os planos que você faz. Ele também conhece os caminhos que você ainda nem imaginou.
“Tu conheces os dias que ainda não vivi, os caminhos que não consigo enxergar e as respostas que ainda não chegaram. Antes que eu saiba o que virá, o Senhor já está lá.” 🙏🏼
Que essa seja sua oração nesta noite: Senhor, prepara meu coração para o amanhã. Dá-me sabedoria para escolher, coragem para seguir e fé para confiar em Ti mesmo quando eu não souber o próximo passo.
Especialistas em psicologia concordam: “Quem enche a geladeira de ímãs pode não estar apenas decorando a cozinha, mas mantendo lembranças visíveis que ajudam a construir a própria identidade”Ímãs na geladeira podem revelar lembranças, vínculos e partes da história de quem mora na casa

A presença diária desses objetos facilita o surgimento espontâneo de algumas lembranças. (Imagem ilustrativa criada por inteligência artificial)
Um ímã comprado numa viagem, outro recebido de uma amiga, mais um segurando uma foto antiga. Aos poucos, a porta da geladeira reúne lugares, pessoas e momentos que fazem parte da vida de quem mora ali. Para a psicologia, objetos pessoais à vista podem funcionar como pistas para recordar experiências e reconhecer a própria trajetória.
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Por que os ímãs da geladeira despertam lembranças?
O ímã costuma aparecer diante dos olhos várias vezes ao dia, quando alguém pega água, prepara o almoço ou guarda as compras. Essa presença dá ao objeto oportunidades de despertar uma recordação. Ao ver uma miniatura de uma cidade, a pessoa pode lembrar da viagem, de quem a acompanhou ou de uma conversa que aconteceu por lá.
Pesquisas sobre objetos pessoais em casa mostram que lembranças de viagens podem provocar respostas diferentes: algumas peças evocam cenas e emoções, enquanto outras apenas parecem familiares. Um estudo qualitativo com objetos pessoais encontrados nas casas mostrou grande variação no tipo e na intensidade das memórias despertadas, segundo a Memory Studies. O significado depende da história ligada ao objeto.
O que uma coleção pode revelar sobre a identidade?
Uma geladeira coberta de lembranças não apresenta um retrato completo de ninguém, mas pode mostrar partes de uma trajetória. Há quem guarde ímãs dos lugares que visitou; outra pessoa prefere presentes de familiares ou desenhos presos com eles. A escolha do que fica exposto ajuda a contar quais experiências têm espaço na rotina. Entre as histórias que podem aparecer nessa porta estão:Uma viagem feita depois de anos de planejamento;
Um presente de alguém que mora longe;
O desenho de uma criança em determinada fase da família;
O endereço de uma cidade onde a pessoa já viveu.
A presença diária desses objetos facilita o surgimento espontâneo de algumas lembranças. (Imagem ilustrativa criada por inteligência artificial)
Por que deixar as lembranças à vista, em vez de guardá-las?
Uma fotografia dentro de uma caixa precisa ser procurada. Já o ímã está no caminho de uma atividade cotidiana. Essa diferença pode fazer com que uma memória surja sem esforço, no meio de um dia comum. Não é preciso parar para revisitar toda a viagem: às vezes, basta um olhar para lembrar de uma pessoa querida.
Também existe uma escolha afetiva no lugar dado ao objeto. Prender o convite de uma festa ou um bilhete na geladeira permite que aquela lembrança continue participando da casa por algum tempo. O valor não está no preço do ímã, mas na relação entre a peça e o momento que ela representa.
Esses objetos podem iniciar conversas em família?
Uma visita pode perguntar de onde veio um ímã diferente. Uma criança pode querer saber quem aparece na foto presa à porta. Essas perguntas dão a alguém a chance de contar histórias que talvez não surgissem durante o jantar. Alguns objetos facilitam especialmente esse tipo de conversa:
Lembranças de viagens feitas em família;
Ímãs recebidos de parentes e amigos;
Fotografias de pessoas ou animais de estimação;
Desenhos e recados que marcam uma época da casa. presença diária desses objetos facilita o surgimento espontâneo de algumas lembranças. (Imagem ilustrativa criada por inteligência artificial)
Ter muitos ímãs significa a mesma coisa para todo mundo?
Não existe uma personalidade única por trás de uma geladeira cheia. Alguém pode colecionar lembranças de viagem; outra pessoa pode gostar das cores ou simplesmente achar conveniente manter telefones e listas de compras à mão. O mesmo ímã pode começar como enfeite e ganhar importância anos depois, quando passa a lembrar uma pessoa ou fase da vida.
Por isso, faz mais sentido perguntar pela história de uma peça do que interpretar a quantidade de objetos. Dois ímãs iguais, comprados no mesmo lugar, podem trazer lembranças completamente diferentes para seus donos.
O que fica nessa pequena coleção do dia a dia?
Com o passar dos anos, alguns ímãs saem de cena e outros chegam. A porta da geladeira muda junto com a casa: recebe fotos novas, recados, lembranças de passeios e presentes de pessoas que passaram por ali. Esse conjunto pode mostrar como interesses e vínculos foram mudando sem precisar contar uma história em ordem.
Ao pegar um copo de água, alguém talvez encontre diante de si um detalhe de uma viagem ou um desenho de infância. A lembrança pode durar só alguns segundos, mas mantém uma parte daquela experiência presente na rotina. É assim que um objeto pequeno pode ganhar um lugar importante na história de quem o guardou.
