Pois da mesma forma como em Adão todos morrem, em Cristo todos serão vivificados" (1 Coríntios 15:22)
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terça-feira, 1 de abril de 2025
📖 Palavra para meditação
quinta-feira, 27 de março de 2025
A síndrome do pescoço
A síndrome do pescoço de texto, também conhecida como text neck, é uma tensão muscular e dor que afeta o pescoço, ombros e coluna cervical. É causada pelo uso excessivo de dispositivos móveis, como celulares e tablets, numa postura inadequada.
Sintomas
Dor no pescoço, ombros, costas e cabeça
Rigidez muscular
Formigamento e dormência
Como evitar
Evitar o uso excessivo de celulares e tablets
Manter a postura ereta, levando o aparelho à altura dos olhos
Alternar entre momentos no celular e outras atividades
Fortalecer a musculatura e ampliar os movimentos com atividades físicas, como ioga e pilates
Fazer exercícios de ombros, juntando as omoplatas por alguns segundos e liberando
Tratamento
A maioria dos casos de síndrome do pescoço de texto se resolve com massagens terapêutica Liberação miofascial especialmente reeducação postural.
terça-feira, 25 de março de 2025
🛐 Palavra para meditação
"Esteja atento! Fortaleça o que resta e que estava para morrer, pois não achei suas obras perfeitas aos olhos do meu Deus" (Apocalipse 3:2)
📖Estudo Bíblico: 1 Samuel 15:22 (ACF)
1. Introdução:
1 Samuel 15 relata a desobediência de Saul à ordem direta de Deus para destruir completamente os amalequitas. Saul poupa Agague, o rei amalequita, e o melhor do despojo, justificando sua ação como uma forma de oferecer sacrifícios a Deus. O versículo 22 é o clímax da confrontação entre Samuel e Saul, onde Samuel repreende a atitude de Saul e declara um princípio fundamental da relação entre Deus e seu povo: a obediência é superior ao sacrifício. Este versículo serve como um lembrete de que Deus valoriza mais a obediência genuína do que rituais religiosos vazios, destacando a importância da sinceridade e da fidelidade em nosso relacionamento com Ele.
2. Contexto Histórico:
O contexto histórico é crucial para compreender a severidade da reprovação de Samuel. Os amalequitas eram inimigos históricos de Israel, tendo atacado o povo durante a sua jornada no deserto após o Êxodo (Êxodo 17:8-16). Deus havia ordenado a completa destruição dos amalequitas como um ato de justiça divina, visando erradicar a maldade persistente desse povo. Ao poupar Agague e o despojo, Saul demonstra desobediência e insubordinação direta à ordem de Deus. Ele tenta justificar sua ação com a intenção de oferecer sacrifícios, revelando uma compreensão distorcida da vontade de Deus. O capítulo demonstra um padrão de comportamento de Saul. Ele valoriza a aprovação popular mais que a aprovação divina, demonstrada por sua preocupação com sua imagem perante o povo (1 Samuel 15:24,30). Esse contexto destaca a seriedade da desobediência de Saul e a importância da obediência como demonstração de fé genuína.
3. Interpretação:
1 Samuel 15:22 expressa a prioridade da obediência à vontade de Deus sobre os rituais religiosos. A partir de uma perspectiva teológica protestante e trinitária, a obediência à palavra de Deus é vista como uma resposta de fé ao Seu amor e graça. O Deus Trino, em Sua soberania e perfeição, estabelece padrões para o Seu povo, e a obediência a esses padrões não é um meio de obter a salvação, mas sim uma demonstração de um coração transformado pelo Espírito Santo. Sacrifícios e ofertas, embora tivessem seu lugar no Antigo Testamento, não tinham valor intrínseco se não fossem acompanhados de uma atitude de submissão à vontade de Deus. O versículo não diminui a importância do culto ou das expressões de adoração a Deus, mas corrige a ideia de que a religiosidade externa pode compensar a desobediência interna. Para o crente contemporâneo, este versículo serve como um lembrete de que a verdadeira adoração a Deus se manifesta na obediência aos Seus mandamentos e no viver de acordo com os Seus princípios, demonstrando um compromisso sincero com o Senhorio de Jesus Cristo em todas as áreas da vida. A obediência não é legalismo, mas uma resposta grata à salvação que recebemos por meio de Jesus Cristo, o único sacrifício perfeito.
4. Cross-References:
Dois versículos relevantes que enriquecem a compreensão de 1 Samuel 15:22 são:
Miquéias 6:6-8: "Com que me apresentarei ao Senhor, e me inclinarei ante o Deus altíssimo? Apresentar-me-ei diante dele com holocaustos, com bezerros de um ano? Agradar-se-á o Senhor de milhares de carneiros, de dez mil ribeiros de azeite? Darei o meu primogênito pela minha transgressão, o fruto do meu corpo pelo pecado da minha alma? Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o Senhor requer de ti, senão que pratiques a justiça, e ames a misericórdia, e andes humildemente com o teu Deus?" Este trecho do profeta Miquéias ecoa o sentimento de Samuel, enfatizando que Deus valoriza a justiça, a misericórdia e a humildade acima dos sacrifícios. Isso reforça a ideia de que a obediência a Deus envolve um compromisso com a justiça e a compaixão, não apenas com rituais religiosos.
Hebreus 10:5-7: "Por isso, entrando no mundo, diz: Sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo me preparaste; holocaustos e oblações pelo pecado não te agradaram. Então disse: Eis aqui venho (no princípio do livro está escrito de mim), para fazer, ó Deus, a tua vontade." Este versículo do livro de Hebreus, citando o Salmo 40:6-8, revela que o próprio Jesus Cristo veio ao mundo para fazer a vontade de Deus, cumprindo a Lei e oferecendo o sacrifício perfeito que os sacrifícios do Antigo Testamento apenas prefiguravam. A obediência de Cristo é o modelo supremo de obediência a Deus, e através dele, somos capacitados a obedecer e agradar a Deus.
Essas passagens, em conjunto com 1 Samuel 15:22, iluminam a prioridade da obediência no plano de Deus. Revelam que Deus busca um coração que se submete à Sua vontade e que pratica a justiça e a misericórdia, refletindo o caráter de Cristo. Os sacrifícios externos são importantes apenas quando refletem um coração internamente transformado e comprometido com a obediência.
segunda-feira, 24 de março de 2025
📖 Palavra para reflexão
"[...] perdoei na presença de Cristo, por amor a vocês, a fim de que Satanás não tivesse vantagem sobre nós; pois não ignoramos as suas intenções" (2 Coríntios 2:10-11)
Leitura da Bíblia em um ano.
Durante a semana de 24 a 30 de março de 2025 a leitura será em 1 Samuel os capítulos 1 ao 24
Estudo Bíblico de 1 Samuel 9:2 (ACF)
Introdução: O capítulo 9 de 1 Samuel marca um ponto de virada crucial na história de Israel, introduzindo Saul, o primeiro rei. O versículo 2, especificamente, serve como uma apresentação impactante do protagonista, enfatizando sua beleza física e estatura, qualidades que, na cultura da época, frequentemente associavam-se à liderança e poder. Este versículo prepara o terreno para a narrativa subsequente, na qual Saul, inicialmente um jovem procurando jumentas perdidas, é inesperadamente escolhido por Deus para liderar Israel.
Contexto Histórico: O contexto histórico do livro de Samuel é marcado pela transição de uma sociedade tribal governada por juízes para uma monarquia. Israel ansiava por um rei "como as outras nações" (1 Samuel 8:5), rejeitando, implicitamente, a liderança de Deus. No capítulo 9, vemos uma sociedade onde a consulta a profetas e videntes era comum para resolver problemas práticos, como a busca por animais perdidos (versículos 6-10). A valorização da beleza física, especialmente em homens, era um reflexo da cultura da época, onde a aparência era frequentemente associada à força, capacidade e favor divino. A busca pelas jumentas perdidas serve como um pano de fundo humilde para a elevação inesperada de Saul, contrastando sua origem modesta com o futuro grandioso que o aguardava.
Interpretação: 1 Samuel 9:2 descreve a beleza física e a alta estatura de Saul. Teologicamente, este versículo não deve ser interpretado como uma aprovação divina da beleza física como critério para a liderança. Deus não escolhe líderes com base em aparências externas (1 Samuel 16:7: "Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração."). A escolha de Saul, apesar de sua aparência impressionante, pode ser vista como uma concessão ao desejo do povo por um rei “como as outras nações”, que valorizavam qualidades superficiais. Para os crentes contemporâneos, este versículo serve como um lembrete de que a verdadeira liderança, aos olhos de Deus, reside em qualidades internas como humildade, obediência e fé. A narrativa subsequente da vida de Saul, com seus erros e desobediência, ilustra que a beleza exterior e o poder físico não garantem um bom líder ou uma vida agradável a Deus. A soberania de Deus e a sabedoria divina são confirmadas, onde os planos de Deus se cumprem mesmo através das falhas humanas, e não são limitados pela escolha de liderança feita pelas pessoas.
Cross-References:
1 Samuel 16:7: "Porém o Senhor disse a Samuel: Não atentes para a sua aparência, nem para a altura da sua estatura, porque eu o rejeitei; porque o Senhor não vê como vê o homem. Pois o homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração." Este versículo estabelece um contraste direto com a descrição de Saul em 1 Samuel 9:2. Ele enfatiza que os critérios de Deus para a escolha de líderes são diferentes dos critérios humanos, priorizando a qualidade do coração em vez da aparência externa. Este cross-reference ressalta a lição de que a beleza exterior e a estatura não garantem a aprovação ou o sucesso aos olhos de Deus.
Provérbios 31:30: "Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao Senhor, essa será louvada." Este provérbio amplia a ideia de que a beleza física é passageira e superficial. O verdadeiro valor está no temor do Senhor e na prática da justiça. Este cross-reference ajuda a relativizar a importância da beleza física de Saul e a direcionar o foco para a importância de um caráter piedoso e obediente a Deus como base para uma vida de significado e propósito.

