quarta-feira, 9 de janeiro de 2013


8 passos para secar a barriga

Não, não vamos falar de dietas milagrosas, mas de truques simples revelados por especialistas em nutrição. Claro que nem por isso você vai deixar de lado os exercícios e a alimentação balanceada - a dupla que combate a gordura pra valerpor Carla Conte | foto Eduardo Svezia
1. BOTE OS DENTES PARA TRABALHAR 
Mastigar bem faz toda a diferença nesse processo de enxugar a barriga. "Quanto mais você fracionar o alimento, mais fácil fica a digestão, o que evita aquele efeito estufa no abdômen", garante Marcella Amar, da clínica Essentiale, no Rio de Janeiro. "Se não mastigamos, há uma sobrecarga no estômago e um aporte maior de fluxo sanguíneo, o que distende essa região", completa a nutricionista e fitoterapeuta Vanderlí Marchiori, de São Paulo.

2. COMA MENOS E MAIS VEZES 
Excesso de comida faz volume no estômago. Por isso, diminua o tamanho das refeições principais e faça pequenos lanches entre elas. "Procure também se alimentar sem pressa e em ambiente calmo. Quem come num piscar de olhos tende a engolir mais ar, o que também aumenta a barriga", afirma a nutróloga ortomolecular Tamara Mazaracki, do Rio de Janeiro.

3. PREFIRA OS ALIMENTOS DE FÁCIL DIGESTÃO 
Alguns itens, como as frutas, os grãos integrais e as verduras, passam mais rapidamente pelo intestino e azeitam seu funcionamento. Já os de absorção lenta favorecem a fermentação, responsável pelo aspecto de barriga inchada. "Logo, evite comidas gordurosas, como queijos, carne vermelha, grão-de-bico, repolho, couve-flor e doces", recomenda a nutricionista Marcella.

4. CAPRICHE NAS FIBRAS, MAS SEM EXAGERO 
Elas ajudam o intestino a funcionar, o que elimina aquele aspecto de abdômen estufado. E estão presentes nas frutas, nas hortaliças e nos produtos integrais, como granola, aveia e linhaça. Mas exagerar na dose pode ter o efeito contrário, provocando cólicas e inchaço. "Para facilitar a eliminação do excesso, é importante beber bastante líquido durante o dia", sugere Vanderli Marchiori.
5. TROQUE OS REFINADOS POR INTEGRAIS
Deixe de lado o pão, o arroz, a farinha e a massa convencional e opte pelas versões integrais. De novo, além de terem mais fibras e ajudarem o intestino a funcionar melhor, esses alimentos baixam o índice glicêmico, o que evita a produção excessiva de insulina, hormônio que estimula o organismo a estocar gordura.

6. MANEIRE NO SALGADO
Evite alimentos muito condimentados e/ou salgados. Excesso de sódio provoca retenção hídrica, responsável pelo aspecto de inchaço no corpo -- inclusive na barriga, claro. "Os condimentos irritam o intestino e aumentam a formação de gases", explica Tamara Mazaracki. Portanto, olho vivo nos vilões: azeitonas, anchovas, salgadinhos em geral, picles, carne seca, defumados e embutidos (salame, presunto, bacon), queijos salgados e muito temperados (gorgonzola, parmesão, roquefort), catchup e molhos prontos para saladas.

7. BEBA ÁGUA, MUITA ÁGUA 
Pelo menos dois litros ao longo do dia, mas não durante as refeições, o que dificulta a digestão e favorece a fermentação - e o aumento do volume abdominal. Os líquidos, como água, chás e sucos, além de ajudarem a regular o intestino, permitem também a eliminação do sal. Quanto mais se bebe, mais diluído fica o sódio e mais facilmente ele vai embora com a urina. Mas bebidas gasosas ficam fora dessa, pois dilatam a barriga. "Alimentos ricos em potássio (caso das frutas e dos legumes) são outros que contribuem nessa tarefa de expulsar o sal que ficou sobrando", completa Tamara

8. DÊ UMA CHANCE PARA A GORDURA DO BEM 
Já está provado que alguns tipos, como a mono e a poliinsaturada -- em doses moderadas, bem entendido --, agem contra os pneuzinhos, principalmente no abdômen. Além disso, elas são capazes de baixar o índice glicêmico da refeição, o que reduz a produção de insulina -- ela de novo! Por isso, abra espaço no seu cardápio para o azeite de oliva, o abacate e as frutas oleaginosas, como a castanha-do-pará e a amêndoa.



Toda gordura é ruim?

Escrito por Joca em 02/09/12

Você conhece bem os tipos de gorduras que consome? Sabe quais são as boas e as ruins? Se a resposta é não, então descubra nesse artigo como diferenciar e aprenda que nem todas as gorduras são ruins. Algumas possuem nutrientes importantíssimos para o corpo, enquanto outras são totalmente dispensáveis.
A grosso modo podemos classificar as gorduras em gorduras boas e ruins.
As gorduras boas são as gorduras insaturadas. Essas gorduras são benéficas para o organismo pois ajudam no funcionamento geral, na fabricação de novas células e ainda ajudam a reduzir problemas relacionados às artérias e o coração.
Existem dois tipos de gorduras insaturadas
Monoinsaturadas: É encontrada em óleos como azeite de oliva, sementes oleaginosas como amendoim, castanhas, óleo de palma, óleo de canola e abacate. Seu consumo regular reduz os riscos de problemas cardiovasculares e colesterol alto e os óleos monoinsaturados podem ser usados nos cozimentos e preparo dos alimentos, pois mesmo sendo aquecido não perde suas propriedades.
Polinsaturadas: Essa gordura é considerada ainda mais benéfica, pois são ricos em ácidos graxos ômega 3 e 6 encontrados em óleos vegetais, sementes, nozes e peixes como salmão, sardinha, atum e frutos do mar.
O consumo regular de alimentos com ômega 6 ajudam a reduzir o LDL e o colesterol total.
Já as gorduras ruins, além de não trazerem nenhum benefício, ainda trazem prejuízos para a nossa saúde como o aumento dos riscos de problemas relacionados às artérias e o coração, aumento do colesterol ruim, além de ajudar a elevar o peso corporal.
Na categoria das gorduras ruins está a gordura trans. Essa é com certeza a mais nociva das gorduras. É uma gordura sintética feita por hidrogenação, produzida pelo homem e está presente em uma infinidade de produtos industrializados que enchem as prateleiras dos supermercados como biscoitos, salgadinhos, congelados, pipoca pronta de microondas, enlatados, enfim, qualquer alimento industrializado pode conter gordura trans hidrogenada. Esse tipo de gordura é muito nocivo para a saúde. E o pior, é silenciosa e se esconde atrás de comidas gostosas e embalagens bonitas. Não se engane, esses alimentos fazem muito mal à saúde e o ideal é evitá-las o máximo que puder.
E as gorduras saturadas, são boas ou rins?
As gorduras saturadas são aquelas encontradas na manteiga, laticínios, carnes vermelhas gordas, ovos, em alguns frutos do mar e no óleo de coco. Por mais de meio século, a gordura saturada tem sido considerada como um nutriente mortal que entope as artérias e provoca doenças cardíacas. Apesar da má reputação que a gordura saturada imerecidamente ganhou, ela suporta muitas das funções críticas do corpo e por isso sua ingestão com moderação é recomendada em toda dieta saudável. A adição de gorduras saturadas na dieta reduz os níveis de uma substância chamada lipoproteína (a) – abreviado como Lp(a) – que se correlaciona com o risco de doença cardíaca. Não existem medicamentos para reduzir essa substância e os únicos meios alimentares de redução de Lp(a) é a ingestão de gordura saturada. Por outro lado, comer gordura saturada e outras gorduras também aumenta os níveis de HDL, o “bom” colesterol. Além disso, várias pesquisas mostram que se emagrece mais quando se coloca mais gordura na dieta, incluindo gorduras saturadas, e se evita os alimentos processados​​, que são ricos em todas as coisas prejudiciais à saúde: carboidratos refinados (amidos e açúcares) e as gorduras trans.
As gorduras são uma parte essencial de uma dieta saudável, e para realmente promover uma ótima saúde, é importante que você entenda os tipos de gordura que existem e a sua importância.
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O que são as proteínas?

Escrito por Joca em 21/10/12

Na semana passada falamos sobre os carboidratos. Há algum tempo atrás explicamos os diferentes tipos de gorduras e deixamos claro que nem toda gordura é ruim. Agora chegou a vez de falarmos um pouco sobre as proteínas.
A proteína é, depois da água, o componente mais importante e mais abundante dos seres vivos. Praticamente tudo em nosso organismo é composto primariamente por proteínas, incluindo nossas células. Elas estão para os seres vivos como os tijolos estão para uma casa. Portanto, imagine nosso organismo como um grande aglomerado de pequenos tijolinhos de origem orgânica. Nossa pele, unhas, cabelos, ossos, músculos, etc. são todos compostos por proteínas. Estima-se que exista no corpo humano algo em torno de 2 milhões de proteínas.
Só que numa casa existe somente um ou alguns poucos tipos de tijolos, enquanto que no corpo humano pode chegar a ter 100.000 diferentes tipos de proteína, cada uma com uma função diferente. Existem proteínas que são estruturais, ou seja, compõem partes da estrutura de nosso corpo como o cabelo, a pele, os ossos, os músculos, as unhas, os órgãos, etc. Existem também as que são parte de substâncias metabolicamente ativas como hormônios, anticorpos, enzimas, fatores da coagulação, hemoglobina, etc. Alguns exemplos de diferentes proteínas e suas funções:
  • Amilase: enzima produzida no pâncreas que participa no processo de digestão de carboidratos.
  • Insulina: hormônio necessário para a entrada de glicose nas células.
  • Prolactina: hormônio que estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias.
  • Colágeno: proteína de função estrutural, responsável por manter os tecidos unidos, principalmente pele, cartilagens e ossos.
  • Imunoglobulinas: são os anticorpos responsáveis pelas defesas contra germes invasores.
  • Actina e Miosina: proteínas contráteis dos músculos, responsáveis pela capacidade de contração dos mesmos.
  • Fibrinogênio: proteína que participa no processo de coagulação do sangue.
  • Ferritina: proteína do fígado que serve para armazenar o ferro.
 
As proteínas são formadas pela união de moléculas menores chamadas de aminoácidos. São conhecidos vinte tipos de aminoácidos, e embora o nosso organismo precise desses vinte tipos para produzir as proteínas do nosso corpo, ele não consegue produzir alguns deles, sendo necessário então buscá-los nos alimentos. Os alimentos que contém proteínas fornecem os nove aminoácidos que não somos capazes de produzir, conhecidos como aminoácidos essenciais, e possibilitam aos nossos corpos renovar o sangue, fazer certos materiais que mantém nossos corpos funcionando bem, cicatrizar nossas feridas, etc. Muitos alimentos contêm proteínas: carnes, leite, queijo, ovos, peixe e alguns vegetais, como soja e feijão.
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Refrigerante diet engorda?

Escrito por Joca em 07/10/12

Apaixonadas por refrigerante, algumas pessoas optam por uma alternativa para se livrar das calorias da bebida: a versão diet. De acordo com uma pesquisa publicada no The American Journal of Clinical Nutrition, o consumo de refrigerantes dietéticos cresceu 25% entre os adultos se comparado ao da última década. O problema, porém, é que a escolha pode ser ainda pior para o organismo. As informações são do Fit Sugar.
Efeitos “colaterais”, como problemas renais, ressaca e até mesmo obesidade podem estar relacionados ao consumo da versão dieta de refrigerantes. A seguir, confira quatro motivos para não ingerir esse tipo de bebida:
  • Problemas renais: refrigerante diet pode ser um perigo para os rins. Em um estudo da Harvard Medical School, realizado com mais de 3 mil mulheres, os pesquisadores descobriram que o consumo excessivo de refrigerante diet pode dobrar o risco de problemas renais. A função renal começa a declinar quando as mulheres ingerem mais de dois copos de refrigerante por dia. Vale ressaltar que o problema está associado aos adoçantes.
     
  • Metabolismo confuso: segundo um estudo feito com 10 mil adultos e realizado pela Universidade de Minnesota, o consumo de refrigerante diet também aumenta em 34% o risco de síndrome metabólica, o que inclui aumento de colesterol e problemas cardíacos.
     
  • Ressaca: coquetéis feitos com refrigerantes diet deixam as pessoas bêbadas com mais facilidade e rapidez, de acordo com um estudo do Hospital Royal Adelaide, na Austrália. Isso porque bebidas sem açúcar fazem com que o álcool entre na corrente sanguínea mais rápido que os demais, gerando uma ressaca forte no dia seguinte.
     
  • Obesidade: você leu certo, refrigerante diet não ajuda a perder peso. Um estudo realizado pela Universidade Health Science Center, do Texas, mostrou que, quanto mais uma pessoa consome esse tipo de bebida, maior o risco de aumentar seu peso. Apenas duas latas por dia podem aumentar significativamente a cintura porque os edulcorantes artificiais perturbam a capacidade natural do corpo de regular a ingestão de calorias com base na doçura dos alimentos. Isso significa que as pessoas que consomem alimentos dietéticos estão propensas a comer mais.
     
Fonte: Terra Saúde
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