"Pois não deixei de proclamar lhes toda a vontade de Deus" (Atos 20:27)
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domingo, 16 de março de 2025
📖 Palavra para meditação
sábado, 15 de março de 2025
Estudo Bíblico de Josué 23:1 (ACF)
1. Introdução:
Josué 23:1 abre um discurso crucial de despedida de Josué ao povo de Israel. O versículo serve como uma introdução solene, marcando um ponto de virada significativo na história de Israel. Após anos de conflito e conquista sob a liderança de Josué, Deus finalmente concedeu repouso a Israel. Josué, agora em idade avançada, sente a necessidade de relembrar o povo das promessas de Deus e de suas responsabilidades para com Ele, assegurando a continuidade da fidelidade e bênção divina. O capítulo inteiro é um chamado à fidelidade, alertando sobre os perigos da idolatria e da apostasia.
2. Contexto Histórico:
O contexto histórico deste versículo é crucial para entendê-lo. A conquista de Canaã liderada por Josué foi uma época de guerra e luta constante. Deus havia prometido a terra a Israel, mas a posse dessa terra exigiu esforço e obediência. O "repouso" mencionado no versículo não significa ausência completa de inimigos, mas sim um período de relativa paz e estabilidade, onde as principais batalhas foram vencidas. A menção da idade avançada de Josué ressalta a transitoriedade da liderança humana e a importância de que a fidelidade a Deus seja mantida pelas gerações futuras. As nações remanescentes em Canaã representavam uma ameaça constante, tanto militar quanto espiritual. Elas eram uma tentação para o povo de Israel, que corria o risco de ser seduzido por seus costumes e religiões pagãs.
3. Interpretação:
Josué 23:1, dentro de uma perspectiva teológica protestante e trinitariana, ressalta a graça e a fidelidade de Deus. O Senhor concedeu repouso a Israel, cumprindo Suas promessas. Este repouso é uma demonstração da providência divina e do cuidado de Deus para com Seu povo. No entanto, o versículo também prenuncia um desafio: a necessidade contínua de fidelidade. A velhice de Josué simboliza a passagem das gerações e a importância de transmitir a fé. Para o crente contemporâneo, este versículo lembra que, embora Deus nos conceda bênçãos e "repouso" em nossas vidas (seja na forma de paz, conforto ou vitória), nossa jornada espiritual não termina. Devemos permanecer vigilantes, guardando nossos corações da idolatria e do compromisso com o mundo, buscando constantemente a Deus em oração e estudo da Palavra. A advertência contra a idolatria permanece relevante, pois em vez de deuses de madeira ou pedra, podem ser ideologias, bens materiais ou até mesmo a própria fama a tentação para substituir a Deus em nossos corações. O chamado é para amar o Senhor acima de tudo e manter Sua Palavra como guia.
4. Cross-References:
Deuteronômio 7:1-6: Este trecho do livro de Deuteronômio, onde Moisés adverte Israel a destruir completamente as nações cananeias e a não fazer aliança com elas. Este lembrete enfatiza a importância da separação da idolatria e da obediência radical aos mandamentos de Deus para preservar o relacionamento de aliança entre Deus e Israel, e também de Deus com os fieis do novo testamento através de Jesus.
2 Coríntios 6:14-18: Este trecho do Novo Testamento adverte os crentes a não se colocarem em jugo desigual com os incrédulos. Assim como Israel foi advertido contra a união com as nações cananeias idólatras, os crentes são instruídos a manterem-se separados do mundo e a buscarem a santidade. Este versículo, sob a luz do Novo Testamento, demonstra que o princípio de separação do mal e da idolatria permanece relevante para os cristãos, embora se manifeste de formas diferentes.
🛐 palavra para meditação
"Pois vocês não receberam um espírito que os escravize para novamente temer, mas receberam o Espírito que os adota como filhos, por meio do qual clamamos: 'Aba, Pai'" (Romanos 8:15)
sexta-feira, 14 de março de 2025
Estudo Bíblico: Josué 20:9
Aqui está um estudo bíblico sobre Josué 20:9, conforme solicitado:
Introdução:
Josué 20 descreve o estabelecimento das cidades de refúgio, uma provisão misericordiosa de Deus para proteger aqueles que cometessem homicídio involuntário. O capítulo detalha as instruções de Deus a Josué, os critérios para a elegibilidade ao refúgio, e a localização específica das cidades. O versículo 9, em particular, resume o propósito de todo o sistema, enfatizando sua disponibilidade tanto para israelitas quanto para estrangeiros residentes, assegurando um processo justo antes de qualquer punição ser executada.
Contexto Histórico:
O sistema das cidades de refúgio era uma mitigação da lei de vingança de sangue, uma prática comum em muitas culturas antigas do Oriente Médio. Dentro da lei mosaica, o parente mais próximo da vítima tinha o direito e a responsabilidade de vingar a morte. No entanto, Deus, em Sua justiça e misericórdia, instituiu as cidades de refúgio para proteger aqueles que matassem acidentalmente, permitindo-lhes um tempo para provar sua inocência perante a congregação. O fato de que esta provisão era estendida ao "estrangeiro que habitasse entre eles" demonstra a justiça e a inclusão da lei de Deus, oferecendo proteção legal a todos dentro da comunidade israelita, independentemente da sua origem étnica. O contexto do capítulo demonstra o zelo de Deus em implementar a justiça temperada com misericórdia, em cumprimento às instruções dadas através de Moisés.
Interpretação:
Josué 20:9 encapsula a graça de Deus em ação dentro de um sistema legal. Teologicamente, podemos ver paralelos com o conceito de refúgio em Cristo. Assim como as cidades de refúgio ofereciam proteção temporária do vingador de sangue, Cristo oferece refúgio eterno da justa ira de Deus contra o pecado. Através da fé em Jesus Cristo, pecadores podem se refugiar Nele, encontrando perdão e reconciliação com Deus. A exigência de comparecer perante a congregação para julgamento pré-figura o juízo final, mas para aqueles que estão em Cristo, este juízo não é de condenação, mas de justificação. A morte do sumo sacerdote que permitia ao refugiado retornar à sua casa pode ser interpretada como um tipo de Cristo, cujo sacrifício final nos permite retornar à plena comunhão com Deus. Para os crentes de hoje, este versículo nos lembra da justiça e misericórdia de Deus, e da necessidade de estender essa mesma graça a outros, buscando reconciliação e oferecendo refúgio espiritual em Cristo àqueles que estão em necessidade.
Cross-References:
Números 35:15: "Estas seis cidades servirão de refúgio aos filhos de Israel, ao estrangeiro e ao que habitar entre eles, para que se acolha nelas aquele que matar alguma pessoa por engano." Este versículo, do livro de Números, é um paralelo direto e confirma o plano de Deus, conforme comunicado por Moisés, para as cidades de refúgio, enfatizando a inclusão tanto de israelitas quanto de estrangeiros. Isso reforça a ideia de que a justiça de Deus é para todos, e que ele oferece proteção e misericórdia a todos que a buscam.
Hebreus 6:18: "Para que por duas coisas imutáveis, nas quais é impossível que Deus minta, tenhamos a firme consolação, nós os que pomos o nosso refúgio em reter a esperança proposta." Este versículo do Novo Testamento fala sobre a certeza da esperança que temos em Cristo, comparando-o a um refúgio seguro. Assim como as cidades de refúgio eram um lugar seguro para aqueles que fugiam do vingador de sangue, Cristo é o nosso refúgio seguro do pecado e da condenação. Isso nos lembra que podemos confiar em Deus e em Suas promessas, e que Ele sempre estará lá para nos proteger e nos dar esperança.
🛐 palavra para meditação
"Vocês cobiçam coisas, e não as têm; matam e invejam, mas não conseguem obter o que desejam. Vocês vivem a lutar e a fazer guerras. Não têm, porque não pedem" (Tiago 4:2)
quarta-feira, 12 de março de 2025
📖 Reflexão diária
"Então Jesus contou aos seus discípulos uma parábola, para mostrar-lhes que eles deviam orar sempre e nunca desanimar" (Lucas 18:1)

