"Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus a ira [...]" (Romamos 12:19)
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quinta-feira, 20 de março de 2025
📖 Palavra para meditação
quarta-feira, 19 de março de 2025
Juízes capítulos 10 ao 12
Estudo Bíblico: Juízes 10:7
Introdução:
Juízes 10:7 é um versículo crucial dentro do ciclo recorrente de pecado, opressão, arrependimento e libertação que caracteriza o livro de Juízes. Após um período de relativa paz sob os juízes Tola e Jair, Israel mais uma vez se desvia, abandonando o Senhor para adorar uma variedade de deuses pagãos. Este versículo marca o ponto em que a paciência divina atinge um limite, resultando em uma nova fase de opressão. A frase "a ira do Senhor se acendeu" demonstra o intenso desagrado de Deus com a apostasia contínua de Seu povo. A ação de "vender" Israel aos seus inimigos representa a consequência direta da sua infidelidade, sinalizando uma perda de proteção divina e a entrega nas mãos de opressores.
Contexto Histórico:
O capítulo 10 de Juízes se situa em um período turbulento da história de Israel, marcado por uma falta de liderança centralizada e uma constante luta pela terra prometida. A menção dos filisteus e dos filhos de Amom como opressores é significativa. Os filisteus, estabelecidos na costa, eram uma ameaça constante à região ocidental, enquanto os amonitas, a leste do Jordão, frequentemente invadiam o território de Gileade. A lista dos deuses que Israel servia (baalins, Astarote, deuses da Síria, Sidom, Moabe, Amom e Filístia) reflete a influência das culturas vizinhas e a facilidade com que Israel se desviava da aliança com o Senhor. A prática de servir a esses deuses envolvia rituais abomináveis, incluindo sacrifícios de crianças. A situação geográfica também é importante: a opressão se concentra em Gileade, a leste do Jordão, mas logo se estende até Judá, Benjamim e Efraim, demonstrando a amplitude do sofrimento de Israel.
Interpretação:
Juízes 10:7 revela um princípio teológico fundamental: a fidelidade de Deus à Sua aliança está intrinsecamente ligada à fidelidade de Seu povo. A "ira do Senhor" não deve ser vista como uma explosão de raiva arbitrária, mas sim como uma consequência natural da quebra da aliança. Deus, em sua justiça, permite que Israel experimente as consequências de suas escolhas, uma forma de disciplina paternal (Hebreus 12:5-11). A ação de "vender" Israel aos seus inimigos não significa que Deus os abandonou completamente, mas sim que retirou Sua proteção especial, expondo-os à vulnerabilidade que eles mesmos escolheram. A natureza Trinitariana de Deus é exibida pela sua justiça e santidade, evidenciada em sua ira contra o pecado, e sua eventual misericórdia demonstrada nos versos subsequentes, quando Ele ouve o clamor de Israel e levanta juízes para libertá-los. Para os crentes contemporâneos, este versículo serve como um alerta sobre os perigos da idolatria, que não se limita apenas à adoração de imagens, mas também pode incluir a busca por riquezas, poder ou prazeres terrenos acima de Deus. Precisamos ser vigilantes para manter nosso relacionamento com o Senhor, confiando na graça redentora de Cristo para nos afastar da infidelidade.
Cross-References:
Deuteronômio 28:15-68: Este capítulo descreve as bênçãos da obediência e as maldições da desobediência à aliança de Deus. As maldições listadas incluem opressão por inimigos, fome, doença e exílio, ecoando as consequências que Israel enfrenta em Juízes 10:7. Comparar Juízes 10:7 com Deuteronômio 28:15-68 reforça a ideia de que a opressão experimentada por Israel é o cumprimento das advertências de Deus sobre a quebra da aliança.
Romanos 1:18-32: Paulo descreve como a rejeição de Deus leva à idolatria e à depravação moral, resultando na "ira de Deus" sendo revelada do céu. Assim como em Juízes 10:7, a ira de Deus não é arbitrária, mas sim uma consequência natural da escolha humana de rejeitar a verdade e seguir caminhos de pecado. Romanos 1:18-32 ajuda a entender que a infidelidade de Israel não é um evento isolado, mas um padrão recorrente na história da humanidade, evidenciando a necessidade u
📖 Palavra para meditação
"Entre vocês há alguém que está sofrendo? Que ele ore. Há alguém que se sente feliz? Que ele cante louvores" (Tiago 5:13)
terça-feira, 18 de março de 2025
📖 Palavra para meditação
"[...] Meu Pai, se for possível, afasta de mim este cálice; contudo, não seja como eu quero, mas sim como tu queres" (Mateus 26:39)
Juízes capítulos 7' ao 9
Estudo Bíblico: Juízes 7:8
Introdução:
Juízes 7:8 é um versículo crucial no clímax da história de Gideão. Este capítulo narra a notável redução do exército israelita, originalmente grande, a um pequeno grupo de 300 homens, escolhidos por Deus através de um teste peculiar. Este versículo específico descreve o momento em que Gideão dispensa a maioria dos soldados, mantendo apenas os 300 escolhidos, enquanto eles se preparam para enfrentar um exército midianita enormemente superior. A importância reside no contraste entre a aparente fraqueza dos israelitas e o poder soberano de Deus, que demonstrará Sua capacidade de libertar Seu povo de maneira milagrosa.
Contexto Histórico:
O livro de Juízes descreve um ciclo de pecado, opressão, arrependimento e libertação no antigo Israel. Os midianitas, juntamente com os amalequitas e outros povos do Oriente (Juízes 6:3), estavam oprimindo Israel, roubando seus recursos agrícolas e causando grande sofrimento. A situação era desesperadora, com os israelitas escondendo-se em cavernas e buscando alívio em lugares desertos (Juízes 6:2). Deus levanta Gideão para libertar Israel, mas, para demonstrar que a vitória virá Dele e não da força militar de Israel, Ele drasticamente reduz o exército, primeiro através de uma dispensa voluntária para os medrosos (Juízes 7:3), e depois através de um teste nas águas (Juízes 7:4-7). Este contexto de opressão e dependência divina é fundamental para entender a coragem aparentemente insana dos 300 homens que permanecem para o combate. A provisão (comida) e as trombetas que os homens levam consigo, simbolizam a preparação final para a batalha, mas também enfatizam a dependência de Deus, já que eram armamentos incomuns para uma batalha convencional.
Interpretação:
Juízes 7:8 demonstra a radical dependência de Deus no plano de libertação de Israel. Ao reter apenas 300 homens, Deus estava intencionalmente removendo qualquer possibilidade de Israel se gloriar em sua própria força. Teologicamente, isso se alinha com o princípio bíblico da graça: a salvação e a libertação vêm como um dom gratuito de Deus, não como um resultado de nossos próprios esforços. Dentro de uma cosmovisão cristã trinitária, vemos a ação de Deus Pai em planejar a libertação, o poder do Espírito Santo em capacitar os 300, e a prefiguração de Cristo, que, aparentemente fraco, derrota as forças do mal.
Para os crentes contemporâneos, este versículo ensina a importância da humildade e da dependência de Deus em todas as áreas da vida. Assim como Gideão e seus 300 homens confiaram em Deus em vez de sua própria força, os cristãos são chamados a confiar em Deus em seus desafios diários. Os "armamentos" incomuns – as trombetas e os cântaros – podem ser comparados a recursos inesperados ou à própria fraqueza que Deus usa para manifestar o Seu poder (2 Coríntios 12:9). Deus, muitas vezes, escolhe o fraco para confundir o forte.
Cross-References:
1 Coríntios 1:27-29: "Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele." Este versículo ressoa fortemente com a ação de Deus ao escolher um exército tão pequeno para derrotar os midianitas, enfatizando que a vitória é inteiramente de Deus e não do homem.
2 Coríntios 4:7: "Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós." Essa passagem paralela a ideia de que o poder de Deus é manifesto na fraqueza humana. Assim como os cântaros de barro em Juízes 7 continham as tochas que iluminariam o caminho para a vitória, os crentes são vasos imperfeitos através dos quais a luz e o poder de Deus brilham.
segunda-feira, 17 de março de 2025
📖 Palavra para reflexão
"E quando orarem, não fiquem sempre repetindo a mesma coisa, como fazem os pagãos. Eles pensam que por muito falarem serão ouvidos" (Mateus 6:7)

